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Planos de gerenciamento de crises: Quem, Que, Como, Onde e Quando...
Apesar do nome nos trazer a idéia de catástrofes, um Plano de Gerenciamento de Crises (PGC) está focado na simples documentação das variáveis necessárias para os processos de Contingência Operacional e Recuperação de Desastres.

Basicamente, um PGC possui o objetivo básico de formalizar a definição de conceitos e responsabilidades que geralmente são ou estão compartilhados na cabeça das pessoas e que, em um momento de extrema pressão e stress, podem ser ignorados acarretando erros e atrasos ainda maiores, agravando exponencialmente os prejuízos da organiação.

Existem basicamente quatro tipos de erros humanos:

1- O erro por ignorância: que ocorre quando tentamos dar o tratamento a uma situação, sem estarmos tecnicamente habilitados. Exemplo: a tentativa de extrair um apêndice por um leigo.

2- O erro por incompetência: quando existe habilitação técnica e a situação recebe um tratamento incorreto. Exemplo: trocar uma bomba de gasolina, para resolver o problema de um tanque vazio.

3- O erro por indução: uma decisão é tomada baseando-se numa premissa (a priori) incorreta. Por exemplo: um computador mostrar atividade quando não há ninguém utilizando indica acesso remoto indevido (hacker ?), quando na verdade, podem ser atividades de um aplicativo, como um programa anti-virus ou de back-up.

4- O erro por repetição: acarretado por uma resposta condicionada por uma grande quantidade de ocorrências anteriores, condicionando a identificação do problema por analogia. Por exemplo: se o pneu de um automóvel começa a fazer barulho, premumimos inicialmente que furou. Esta hipótese só é ignorada, se conseguimos constatar que o mesmo está sem problemas, partindo então para a identificação da próxima causa mais provável.

Um PGC minimiza os riscos que envolvem estes tipos de erros, definindo referenciais e marcos que serão observados durante a execução de uma Contingência e ou Recuperação de Desastres, garantindo sua consistência com a situação emergencial e temporal da solução planejada.

A documentação destes procedimentos evita o risco das pessoas tomarem decisões erradas, minimizando o tempo de resposta ao problema e reduzindo respectivas perdas decorrentes.

Aparentemente reativo, o papel de um PGC é o de evitar o agravamento de situações de Crise, quando existe a possibilidade do próprio responsável por estas atividades estar ausente ou ter sofrido lesões decorrentes do mesmo evento.

É um guia, que apesar de não focar o passo-a-passo das atividades, orienta a direção que deve ser tomada, presumindo que não haverá ninguém para fazê-lo.
 
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