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Afinal: Será que realmente precisamos de Segurança da Informação?
Não faz muito tempo, li um artigo aqui no Widebiz, que insinuava um custo elevado para se implantar um PCN.

O "caro" e o "barato" são parâmetros muito pessoais. Tanto para as pessoas, quanto para as empresas. São conceitos relacionados ao grau de satisfação e atendimento às expectativas de necessidades.

Como quase tudo nesta vida, depende.

Depende do tamanho da empresa, do local (ou locais, caso o dono deseje incluir suas filiais) e da quantidade de ameaças que se deseje considerar.

Via de regra, estas variáveis vão indicar o tempo gasto no planejamento e implantação do PCN, que irá refletir no custo total do Projeto. Isso não significa que apenas estas variáveis demonstram o custo total. Mas ajudam a ter uma idéia bastante aproximada.

Na verdade, o custo de um PCN pode parecer ínfimo ou astronômico: vai depender do valor mensurado pela parada dos Processos de Negócios executados pela empresa, que farão parte do escopo do PCN.

Se sua empresa executa um processo cuja hora de parada representa uma perda de R$ 1.000,00 por hora, um PCN avaliado em R$ 10.000,00 e que impeça uma parada de 10 horas, pode ser absorvido pela empresa sem culpa.

Na verdade, as empresas e os empresários têm se preocupado em demasia com o "Efeito Apagão", quando sua preocupação deveria ser o "Efeito Dominó".

O "Efeito Dominó" é aquele causado pelas conseqüências do apagão e para os quais as empresas não estão se prevenindo, salvo raras excessões. Por exemplo: já li a respeito da possibilidade de contaminação de água potável, haja vista a impossibilidade de remanejamento nos reservatórios.

Outro problema é o "Efeito Caladão", cujo risco foi apresentado pelas operadoras de telefonia, indicando a possibilidade de ficarmos sem telefones durante períodos de blecaute.

De qualquer forma, gerador algum desse mundo poderia garantir a continuidade de negócios, voltados para estes eventos. E dificilmente poderiam ter alternativas para funcionamento, se alternativas não fossem previamente planejadas.

Na verdade, quanto maior é a dependência tecnológica de um processo, maior será o impacto de uma Crise Energética.

Já quanto a valores de projeto, apresentará diferentes percepções de valor, à medida em que a proteção planejada faça sentir seus efeitos.

Não interessa qual o segmento do seu negócio. O que interessa é o valor da perda, direta ou indireta, causada pela sua parada. Se o Projeto de PCN puder minimizar os impactos de uma parada e se puder garantir sua continuidade, não improta quanto custou: ele vai ter valido cada centavo !

Não faz muito tempo, durante uma palestra que realizei pela ADVB no Paraná, fui questionado a respeito de um canal de TV que existia faz algum tempo no Rio de Janeiro e que sofreu dois incêndios em menos de um ano. A pergunta era: o PCN impediria os incêndios ? Como um PCN atuaria nessas situações ?

Respondi com três tópicos:

1- Estatísticamente falando, quando uma empresa sofre uma parada, geralmente fecha em menos de dois anos. Independente da causa, o fato em si é extremamente grave;

2- O PCN não impediria os incêndios. Mas certamente teria definido uma seqüência de atividades, que minimizaria o tempo de resposta, reduzindo os prováveis danos acarretados pelo fogo;

3- Independente das respostas que seriam dadas à situação, um PCN poderia ter previsto a indisponibilidade de componentes e/ou processos, oferecendo meios alternativos que impedissem a empresa de parar.

4- Não importa o preço que teria valido este PCN: quanto custa a apresentação de um comercial de 30 segundos através de um canal de TV ? E quantos comerciais deixaram de ser veiculados nesta ocorrência ?

Sem sombra de dúvida, alguma, um projeto de PCN teria sido mais barato.

O PCN não é uma despesas aliada à um evento improvável. É um investimento que garante a continuidade e a redução de prejuízos, frente à possíveis ocorrências. Caro não é o investimento em um seguro. Cara é a reposição de um bem que venhamos a perder, adicionado ao custo de aquisição de um novo.
 
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