Representantes em Miami, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Manaus
Email: contato@fernandomarinho.com.br / Telefone: +55 (21) 8154-9940
CONTATO
Nome:
Email:
Telefone
Cidade:
Estado:
Mensagem:
 
Recuperação de desastres; o menor caminho entre dois momentos
Apesar do termo "desastre", no Brasil, estar vinculado a eventos catastróficos e de grandes proporções, sua aplicação no contexto de Continuidade de Negócios é bem menos intensa, mas pode apresentar tantos reflexos quanto um devastador furacão ou desabamento.

Em um Plano de Continuidade de Negócios, existem três componentes: um Plano de Gerenciamento de Crises, que estabelece os parâmetros que serão abordados; um Plano de Contingência Operacional, que aborda os procedimentos alternativos para os Processos da Empresa e um Plano de Recuperação de Desastres, que documenta a restauração ou substituição dos itens (denominados componentes, para efeito de metodologia) utilizados pelos processos (como energia e telefonia, por exemplo) para suas atividades.

Em uma situação de contingência qualquer, a interrupção de atividades traz em si uma enorme carga de pressão emocional e tensão que devem ser contornadas pelo prévio planejamento de atividades de recuperação ou restauração.

Devidamente redigidos, tendo em mente o possível estado emocional dos profissionais que deverão implementá-lo, sua orientação deve estar focada em tópicos que apresentem a menor probabilidade possível de dúvidas ou questionamentos.

O documento a ser utilizado deve apresentar, separadamente, cada componente passível de dano e a respectiva estratégia para sua rápida restauração ou troca.

Abordando componentes compartilhados ou mesmo isoladamente utilizados, um Plano de Recuperação de Desastres será eficiente e eficaz, se puder ser compreendido e seguido sem nenhum problema para seu executor.

Via de regra, deverá ser um documento contendo tópicos específicos, tais como contatos técnicos, configurações, especificações, referências a manuais e procedimentos documentados, além de uma relação passo-a-passo de cada atividade necessária para restaurar ou substituir o componente danificado.

Este cuidado redobrado permitirá que a organização responda prontamente a problemas que surjam, afetando seus componentes, de forma rápida e planejada.

Consequentemente, esta atividade permitirá a redução do tempo de resposta ao problema surgido e a provável economia de recursos, que geralmente surgem em momentos de crise, com a busca de uma solução à qualquer custo, devido à falta de previsão.

Um PRD, em última instância, nos permite traçar e seguir um caminho mais reto entre o ponto de crise e a restauração que necessitamos, contornando os problemas comuns de tempo e dinheiro, que serão mitigados pelo prévio planejamento das atividades de resposta.
 
  Email: contato@fernandomarinho.com.br / Telefone: +55 (21) 8154-9940
MD2 Criatividade e Tecnologia